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Bonfiglioli era o responsável pelos motores turbo da marca; a F40 usava um V8 biturbo de 478.
Diziam que o carro era um presente da Fiat para o então presidente Fernando Collor, mas não importa se isso é verdade ou não.
Foram feitos muitos testes em túnel de vento, que permitiram otimizar a aerodinâmica e mulher madura procura homem em barranquilla conseguir os números necessarios para a Ferrari de rua mais potente de todos os tempos até então.
A F40 não tinha direção assistida, servofreio ou qualquer tipo de assistência eletrônica.Fioravanti recorda também que ele e a equipe que tocava o projeto sabia, tal como Enzo Ferrari, que seria o seu último automóvel.Por outro lado, era equipada com ar condicionado, não que isso fosse um luxo, e sim pura necessidade:, o calor do motor V8 transformava o habitáculo numa verdadeira cabine de saun, e em alguns minutos ficava praticamente impossível manter a concentração necessária após alguns minutos.Entre diversas declarações, Bonfiglioli destaca o tempo de desenvolvimento curto, de apenas 13 meses-, com a carroceria e chassi sendo desenvolvidos no mesmo ritmo do conjunto mecânico.Até então -e mesmo nos dias de hoje- um carro de produção conteve quantidades tão elevadas de magnésio, material cinco vezes mais caro do que o alumínio, que já não é barato.O foco esteve na redução de peso do motor e, para que ficasse o mais leve possível, foi usado magnésio de forma extensiva.
Linhas até simples, capô baixo, frente curta, entradas de ar tipo naca e a incoparável asa traseira, que conseguem transmitir de forma imediata o seu propósito: leveza, velocidade e desempenho.O motor era o F120A, que começou a ser desenvolvido em junho de 1986, como evolução do motor presente no 288 GTO Evoluzione.Outra razão era porque trazia o máximo de tecnologia da época que a marca podia oferecer.Foi aí que ele falou pela primeira vez no seu desejo de produzir uma verdadeira Ferrari.Caímos de cabeça no trabalho.Segundo Benuzzi, no final, conseguiram exatamente o carro que queriam, com poucos itens de conforto e sem compromissos com luxo ou coisas desnecessárias.Cárter, coletores de admissão e tampas de válvulasa, entre outros, usavam esse material.Na direita, Enzo Ferrari, e na esquerda, Piero Ferrari.



Quando o Comendador perguntou minha opinião sobre este protótipo experimental -o288 GTO Evoluzione- que devido aos regulamentos nunca entrou em produção, eu não escondi o meu entusiasmo como piloto amador pela aceleração vinda dos 650.
Dario Benuzzi, ex-piloto de testes da Ferrari.

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